Home Seleção Brasileira Andressinha elege fator ‘criatividade’ como crucial na estreia da Seleção em Tóquio

Andressinha elege fator ‘criatividade’ como crucial na estreia da Seleção em Tóquio

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Meia da Seleção Brasileira ressaltou que, diante da China, a criatividade, natural do futebol brasileiro será primordial para furar o bloqueio da defesa asiática

A poucos menos de duas semanas para o início dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a cabeça das atletas da Seleção Feminina Brasileira já está na estreia. O posicionamento de Andressinha é uma prova desta expectativa. Durante coletiva de imprensa realizada nessa sexta-feira, 9, a meia da Canarinho analisou a China, primeira rival do Brasil na Olimpíada, e explicou qual a estratégia ideal para surpreender as asiáticas.

Oriundas de uma escola tradicional baseada em aplicação defensiva e tática, a China promete ser um desafio à altura para a Seleção Feminina em sua estreia. De acordo com Andressinha, para começar o torneio com o pé direito, as jogadoras brasileiras terão que aliar dois aspectos do jogo: a criatividade natural do país e a organização cobrada incessantemente pela técnica Pia Sundhage a todo momento.

“A China é uma adversária que a gente conhece bem, já jogamos algumas vezes contra elas. Sabemos da questão da organização das seleções asiáticas, que dão sempre jogos bem difíceis. Mas a gente não pode abrir mão da nossa criatividade, porque isso é o Brasil. Tentar executar isso sempre com bastante organização. Acredito que essa seja a chave para conquistarmos a primeira vitória na Olimpíada, que é muito importante. É tudo muito rápido lá, então na Primeira Fase e no primeiro jogo temos que estar super bem, não deixando nossa criatividade de lado, sempre com organização”, projetou a meia da Canarinho.

Outro ponto bastante exigido pela técnica do Brasil é a bola parada. Especialista nas cobranças, Andressinha admite que esse fator tem potencial para levar a Seleção Feminina longe nos Jogos Olímpicos. A meia da Canarinho elogiou as companheiras batedoras, mas também ressaltou a importância da presença de boas cabeceadoras no elenco.

“A bola parada é algo que a gente está insistindo bastante nessa preparação. Agora a gente deu uma ênfase maior, por estar tão perto da competição. Mas sempre trabalhamos assim, até porque a bola parada é um momento crucial do jogo, pode decidir uma partida. Então sempre tiramos uns minutos após o treino para treinar nossas jogadas. Para que a gente chegue no jogo e consiga executar bem. Fica eu (como cobradora), Marta, Andressa Alves, Tamires, acho que temos boas batedoras de falta e também boas cabeceadoras, então vamos chegar muito bem nesse aspecto”, finalizou a jogadora da Seleção.

A estreia do Brasil será no dia 21 de julho diante da China, em Miyagi. Na sequência, a Seleção Feminina encara a Holanda, no dia 24 de julho, também em Miyagi, e fecha a fase de grupos contra a Zâmbia, em Saitama, no dia 27 de julho. 

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