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Laura Pigossi é vice no WTA 250 de Bogotá entra para seleto grupo

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Medalhista de bronze nas duplas em Tóquio 2020 foi a sétima brasileira na história a atingir uma final neste nível nos torneios de simples. Ela só foi superada pela alemã Tatjana Maria

Em um grande duelo na final do WTA 250 de Bogotá contra a alemã Tatjana Maria, atual 237ª colocada e ex-top 50, Laura Pigossi foi superada por 2 sets a 1 com parciais de 6/3 4/6 6/2. A brasileira perdeu após 2h30min de partida na quadra central.

Laura foi a sétima brasileira na história a jogar uma final nível WTA em simples. Com isso, se junta a nomes como Teliana Pereira (dois títulos), Niege Dias (dois títulos), Maria Esther Bueno (um título), Patrícia Medrado (dois vices), Cláudia Monteiro (um vice) e Bia Maia (um vice). 

“Hoje infelizmente não deu, mas gostei da minha atitude, lutei até o fim. Faltou um pouco de físico, a maneira como ela jogava me exigia um pouco mais das pernas. Mesmo assim estou feliz com a semana, com o melhor ranking da carreira, abrindo várias portas, mudando meu calendário”

Laura Pigossi

Com a maior campanha de sua carreira, ela deve dar um salto de 86 posições e chegará a 126ª no ranking desta segunda-feira. A atleta, que havia passado o qualifying, conseguiu suas maiores vitórias na semana derrotando na semi a colombiana Maria Osorio, 33ª colocada, na primeira rodada a quinta favorita, a francesa Harmony Tan, 90ª, e ainda batendo a 102ª, a ucraniana Dayana Yastremska.

“Hoje infelizmente não deu, mas gostei da minha atitude, lutei até o fim. Faltou um pouco de físico, a maneira como ela jogava me exigia um pouco mais das pernas. Mesmo assim estou feliz com a semana, com o melhor ranking da carreira, abrindo várias portas, mudando meu calendário. Acho que estou no caminho certo”, disse Laura.

A tenista segue para Salinas, no Equador, onde disputa, a partir de quarta-feira, a Billie Jean King Cup pelo Brasil no time com Bia Maia, Carol Meligeni, Gabriela Cé e Rebeca Pereira. O Brasil tenta vaga para as finais de 2023.

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